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De Itajaí até Ushuaia ( Pedalar é Possível)

PEDALAR É POSSIVEL 

Ás vezes nos deparamos com situações na vida onde nos é exigido coragem. Coragem para encarar desafios ou seguir sonhos. E todos nós sonhamos, todos nós desejamos fazer algo. A diferença é que alguns se movem em direção aos seus sonhos e os tornam realidade. Forte é aquele que não desiste dos seus sonhos, mesmo com tantas dificuldades no caminho. Uma vez escutei uma frase no filme "A procura da felicidade" que dizia : Nunca deixe ninguém dizer que você não pode fazer alguma coisa. Se você tem um sonho, tem que correr atrás dele. As pessoas não conseguem vencer, e dizem que você também não vai vencer. Se quer alguma coisa, corre atrás. 

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Palavras Indígenas

Em nossos encontros de pedal e trekking chegamos a certas localidades com nomes curiosos. É Itoupava, Jaraguá, Apiúna entre outros. Mas o que significam estes nomes ? O Vale Boa Ventura elencou algumas localidades próximas a cidade de Blumenau para matarmos a curiosidade.

Antes dos imigrantes europeus colonizarem a região onde é o nosso estado de Santa Catarina, aqui habitavam os índios das etnias Guarani, Kaingang e Xokleng. Com o passar do tempo e o estreitamento da relação entre os imigrantes e indígenas alguns novos vocabulários e palavras surgiram. E o que mais nos impressiona é a rica herança indígena deixada em nossa região. Vamos selecionar algumas palavras com seus respectivos significados para você saber entender um pouco mais sobre esta influência indígena na colonização de nosso estado e de nosso vale.

Açú

Açú é uma palavra de origem tupi e significa - GRANDE, MAIOR OU ENORME. Então o nosso rio Itajaí Açú significa o "Grande Jaú de Pedra", fazendo alusão a pedra bico de papagaio em Itajaí onde é a foz do rio. Os índios achavam que aquela pedra era um pássaro chamado Jaú. Então era o "Grande Jaú de Pedra". Ver também os significados para a palavra "Itajaí" mais abaixo.

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A invenção da bicicleta

Atualmente existe várias teorias que reivindicam a invenção da bicicleta. Embora a primeira teoria datada em 1493, nasceu de um esboço atribuído a Gian Giacomo Caprotti, ele era discípulo de Leonardo da Vinci.

uitas discussões sobre a tal invenção de Leonardo da Vinci foram feitas, e recentemente em 1998, foram descobertas provas que afirmam. O desenho feito por da Vinci era falso! No entretanto estudiosos e seguidores dele, continuam defendendo sua teoria.

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Difíceis Subidas

Moramos em um vale repleto de morros e montanhas por todos os lados. Nos desafiamos nos fins de semana a andar de bike, e na maioria das vezes morro acima. As subidas são desafiadoras e todas tem uma particularidade e um nível de dificuldade. Para mexer com o brio de nossos "bicicleteiros" de plantão decidimos fazer um estudo sobre os morros de Blumenau.

Até 2008 acreditava-se que o morro mais alto de Blumenau era o Spitzkopf, porém uma pesquisa realizada pelo Naturalista Lauro Eduardo Bacca em 2008 comprovou que isso não é verdade. Pesquisa esta que foi confirmada pelo IBGE alguns meses depois. Segundo o IBGE o morro mais alto de Blumenau é o Morro do Loewsky com 980m de elevação em relação ao nível do mar. Seguido pelo Morro de Santo Antônio com 970m. Já o nosso Spitzkopf fica somente na terceira posição com 920m. Estes dados também são compartilhados pela prefeitura do município de Blumenau.

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Igreja São Luiz

Quando pedalamos pelo encano em Indaial, encontramos uma igreja vazia. E entre belas paisagens a igreja localizada em uma imensa área verde, que despertaram várias dúvidas. Ficamos curiosos e resolvemos pesquisar um pouco mais sobre o assunto. Antes de qualquer pesquisa feita, era notável que a igreja era bem antiga. Descobrimos que a Igreja foi datada em 1909. Quanto mais descobríamos, mais curiosos ficávamos.

A Igreja possuía uma intrigante lenda. Diziam os antigos moradores da região, que o padre daquela época havia se envolvido com uma moça da comunidade. Está moça era noiva e estava prestes a se casar. Quanto mais tempo se passava a barriga começava a aparecer, ficava cada vez mais difícil esconder o ocorrido de seu noivo.Quando o rapaz havia descoberto toda a história. O noivo enfurecido e tomado pela raiva, entrou na Igreja com um revólver, matou o padre e a moça, logo em seguida se se suicidou. Certamente isso não passa de uma lenda.

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Morro do Cachorro

blumenauemcadernostomoxivn10Morro do Cachorro é um dos pontos mais altos do município de Blumenau, e possui 857 metros acima do nível do mar. Está situado no bairro Itoupava Central, e fica no limite de Blumenau com Luis Alves e Gaspar. Em 23 de Julho de 2013 foi registrada a ocorrência de neve neste morro. 

Analisando textos da Revista Blumenau em Cadernos, encontramos um artigo chamado "História do Morro do Cachorro", que foi publicado na edição nº10 do Tomo XIV, páginas 193-194, revista de 1973.

O texto é uma reprodução relativa à nota de autoria de G. Artur Koehler, que foi diretor do periódico Der Urwaldsbote, e publicou essa história no seu jornal, no número 5 de 29 de junho de 1905.

Conforme Koehler, o Morro do Cachorro é uma elevação de destaque na paisagem de Blumenau, sendo a terceira maior elevação do território. Também foi chamado Morro Dna Carolina Jensen, terras que pertenciam a esta família. O local era de difícil acesso, e não havia estrada como a que existe hoje devido o sistema de antenas de transmissão.

No texto é possível identificar alguns elementos da paisagem da época:

"[...] do cume desse morro, situado na divisa entre Blumenau e Gaspar, descortina-se uma visão maravilhosa de todo baixo Itajaí, vendo-se em dias claros, muitas das localidades da região, como Brusque, Ilhota, Luiz Alves, Itajaí, as praias litorâneas desde Barra Velha e Porto Belo [...] Dê lá de cima, diante daquela paisagem estonteante, pode-se também, ter uma ideia exata da topografia de todo o vale, que não passa de uma sucessão de elevações, algumas formas exóticas ou bizarras, e de estreitas várzeas agriculturáveis cortadas de inúmeros pequenos rios e riachos, pontilhada de povoações, com suas igrejinhas brancas pondo no verde do ambiente uma nota de bucolismo e de poesia [...] mas nos tempos da colonização, e nos princípios desse século ( referindo-se ao XX) galgar aquela elevação era uma verdadeira aventura. Era uma tarefa de autêntico alpinismo, pois as encostas do morro são bastante ingrimes e a subida a pé, pela floresta quase impenetrável, é cheia de percalços de difícil transposição"

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