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Difíceis Subidas

Moramos em um vale repleto de morros e montanhas por todos os lados. Nos desafiamos nos fins de semana a andar de bike, e na maioria das vezes morro acima. As subidas são desafiadoras e todas tem uma particularidade e um nível de dificuldade. Para mexer com o brio de nossos "bicicleteiros" de plantão decidimos fazer um estudo sobre os morros de Blumenau.

Até 2008 acreditava-se que o morro mais alto de Blumenau era o Spitzkopf, porém uma pesquisa realizada pelo Naturalista Lauro Eduardo Bacca em 2008 comprovou que isso não é verdade. Pesquisa esta que foi confirmada pelo IBGE alguns meses depois. Segundo o IBGE o morro mais alto de Blumenau é o Morro do Loewsky com 980m de elevação em relação ao nível do mar. Seguido pelo Morro de Santo Antônio com 970m. Já o nosso Spitzkopf fica somente na terceira posição com 920m. Estes dados também são compartilhados pela prefeitura do município de Blumenau.

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Igreja São Luiz

Quando pedalamos pelo encano em Indaial, encontramos uma igreja vazia. E entre belas paisagens a igreja localizada em uma imensa área verde, que despertaram várias dúvidas. Ficamos curiosos e resolvemos pesquisar um pouco mais sobre o assunto. Antes de qualquer pesquisa feita, era notável que a igreja era bem antiga. Descobrimos que a Igreja foi datada em 1909. Quanto mais descobríamos, mais curiosos ficávamos.

A Igreja possuía uma intrigante lenda. Diziam os antigos moradores da região, que o padre daquela época havia se envolvido com uma moça da comunidade. Está moça era noiva e estava prestes a se casar. Quanto mais tempo se passava a barriga começava a aparecer, ficava cada vez mais difícil esconder o ocorrido de seu noivo.Quando o rapaz havia descoberto toda a história. O noivo enfurecido e tomado pela raiva, entrou na Igreja com um revólver, matou o padre e a moça, logo em seguida se se suicidou. Certamente isso não passa de uma lenda.

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Morro do Cachorro

blumenauemcadernostomoxivn10Morro do Cachorro é um dos pontos mais altos do município de Blumenau, e possui 857 metros acima do nível do mar. Está situado no bairro Itoupava Central, e fica no limite de Blumenau com Luis Alves e Gaspar. Em 23 de Julho de 2013 foi registrada a ocorrência de neve neste morro. 

Analisando textos da Revista Blumenau em Cadernos, encontramos um artigo chamado "História do Morro do Cachorro", que foi publicado na edição nº10 do Tomo XIV, páginas 193-194, revista de 1973.

O texto é uma reprodução relativa à nota de autoria de G. Artur Koehler, que foi diretor do periódico Der Urwaldsbote, e publicou essa história no seu jornal, no número 5 de 29 de junho de 1905.

Conforme Koehler, o Morro do Cachorro é uma elevação de destaque na paisagem de Blumenau, sendo a terceira maior elevação do território. Também foi chamado Morro Dna Carolina Jensen, terras que pertenciam a esta família. O local era de difícil acesso, e não havia estrada como a que existe hoje devido o sistema de antenas de transmissão.

No texto é possível identificar alguns elementos da paisagem da época:

"[...] do cume desse morro, situado na divisa entre Blumenau e Gaspar, descortina-se uma visão maravilhosa de todo baixo Itajaí, vendo-se em dias claros, muitas das localidades da região, como Brusque, Ilhota, Luiz Alves, Itajaí, as praias litorâneas desde Barra Velha e Porto Belo [...] Dê lá de cima, diante daquela paisagem estonteante, pode-se também, ter uma ideia exata da topografia de todo o vale, que não passa de uma sucessão de elevações, algumas formas exóticas ou bizarras, e de estreitas várzeas agriculturáveis cortadas de inúmeros pequenos rios e riachos, pontilhada de povoações, com suas igrejinhas brancas pondo no verde do ambiente uma nota de bucolismo e de poesia [...] mas nos tempos da colonização, e nos princípios desse século ( referindo-se ao XX) galgar aquela elevação era uma verdadeira aventura. Era uma tarefa de autêntico alpinismo, pois as encostas do morro são bastante ingrimes e a subida a pé, pela floresta quase impenetrável, é cheia de percalços de difícil transposição"

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Pedal da melhor idade

Um dos grandes objetivos do Vale Boa Ventura é criar oportunidades neste meio do cicloturismo e inspirar as pessoas a começar a desenvolver alguma atividade. Em nossas pesquisas "internauticas" encontramos um grupo de aventureiros que se intitulam "O O² Expedição". Eles mesmos se denominam (...) Um grupo de amigos que têm uma paixão comum: o cicloturismo. E cicloturismo puro, bruto, sem maquiagem, feito na raça, mas bem humorado e companheiresco. O que buscamos ao pedalar assim? Quais são os limites que atingimos? De onde viemos e para onde vamos? Quantas piadas graúdas cabem em um passeio médio? Nunca nos respondemos satisfatoriamente, e no entanto não deixamos de seguir pedalando como e quando podemos - ou mesmo quando não podemos (...).

De certa forma eles nos inspiraram a saber o que queremos fazer e como queremos fazer.

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A descoberta do Spitzkopf

O morro Spitzkopf (tradução literal do alemão "cabeça pontuda") é uma montanha no município de Blumenau, com 936 metros de altitude ( a altura oficial pelo IBGE é de 913 metros e 98 cm). Situa-se no Parque Ecológico Spitzkopf, cuja área é de mais de 5.000 m² de Mata Atlântica, piscinas naturais, cascatas e riachos.

O morro Spitzkopf foi escalado pela primeira vez, em 1872, pelo comandante das Guardas de Batedores do Mato - Friedrich Deeke (oficialmente investido na função com o nome aportuguesado: Frederico Deeke). Em 19 e 20 de julho de 1892 a montanha foi escalada pelos excursionistas Otto Wehmuth, Christian Imroth, Fritz Alfarht e outros.

Em 17 de julho de 1929, foi criado o Spitzkopf - Klub, tendo como diretor Otto Huber, secretário Rudolf Hollenweger, cobrador Alfredo Gossweiler, rancheiro, guarda da cabana, Fritz Hasse. Proprietários Paul Scheidemantel, Gauche (alfaiate) e Wünsch. Sobre o Spitzkopf há farta literatura contida na Revista Blumenau em Cadernos, entretanto merece especial referência o fato de haver sido escolhido pelo professor Max Humpl para lá, numa altitude de 750 metros (segundo consta do diário de Max Humpl sua casa situar-se-ia aos 500 metros), quase no topo da montanha de 938 metros, construir sua residência.

Texto retirado de Blog do Adalberto Day

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Pedarilhos no Vale

Pedarilhos é um projeto que existe desde 2009 e começou como um Blog Pessoal para contar aos outros como é esta experiência maravilhosa do cicloturismo. Assim Ana e seu companheiro companheiro André começaram a viajar de bicicleta pelo mundo de bicicleta. E eles já andaram em muitos lugares e países diferentes contando em seu excelente site como é ser um cicloturista. Um dia decidiram passar por aqui em Santa Catarina, e pedalaram na sombra de nosso vale. E esta passagem foi registrada em um PodCast que você pode ouvir abaixo.

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Qual o morro mais difícil de Blumenau ?
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